segunda-feira, 15 de agosto de 2011
terça-feira, 9 de março de 2010
Movimento Perpétuo Associativo
Deolinda - Movimento Perpétuo Associativo
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Pedagogia
O novo mundo em constante alvoroço e agitação social e tecnológica, constrói uma sociedade que cada vez mais exige novas formas de interacção e uma capacidade acrescida de adaptação por parte dos seus membros. Dando uma acrescida importância ao pensamento pró-activo, à inteligência emocional, às capacidade de inter-relacionamento e ao pensamento criativo, este novo mundo exige uma profunda revisão do papel do formador e o reposicionamento do formando no processo de aprendizagem.
Desde logo, o papel do formador, na sua função mais tradicional, aparece como um reprodutor de métodos de ensino, ecoando conteúdos de forma pouco estruturada e relacionada e dando pouca importância às experiências e necessidades dos formandos. Contudo, nos dias de hoje, exige-se ao formador a capacidade de mediação entre o formando e sociedade em constante desenvolvimento e, mais do que isso, que este não seja somente um reprodutor de conhecimento, mas antes um facilitador no processo de aprendizagem.
Assim, neste novo paradigma, o formando deverá também abandonar a sua posição passiva no processo de aprendizagem, e assumir a responsabilidade do seu desenvolvimento, devendo por isso controlar o seu próprio percurso de aprendizagem.
Adicionalmente, o processo de aprendizagem deve apoiar-se cada vez mais nas experiências dos seus intervenientes e na participação activa dos formandos. Este processo não é mais um passeio de autocarro, em que o formador define um itinerário (turístico) e vai comentando a viagem, falando da história e acontecimentos, mais ou menos comprovados, dos locais visitados. O formador deverá ser a força motivadora, deverá fornecer aos participantes mecanismos para definirem os seus próprios itinerários de aprendizagem e por fim entregar a chave, trocando por fim o lugar do condutor com o formando. O formando deverá ser por isso ser responsável pelo seu próprio destino intelectual e técnico.
Esta nova metodologia de ensino e participação exige agora que o formador se dote de novas ferramentas, não só do conhecimento técnico essencial, mas de capacidades de comunicação, e enriquecer a sua acção de uma maior predominância na intuição e na criatividade.
De certa forma, o formador torna-se um verdadeiro artista, necessitando de grandes capacidade de adaptação e comunicação para enfrentar diferentes públicos, com diferentes experiências de vida e sobretudo, diferentes perspectivas. Não é expectável que este tenha um conhecimento profundo e total da realidade, até porque, de tal forma, arriscaria a ficar rapidamente desactualizado, por um lado, a especializar-se demais, perdendo a capacidade de acrescentar valor no processo de aprendizagem do formando, que tem outros objectivos ou pretensões, por outro.
Acima de tudo, devemos ter em conta que o professor, formador ou tutor deixou de ser o grande proprietário do conhecimento, deixando o processo de ensino de ser um forma totalitária e absolutista de passagem de conhecimentos, em que a opinião do professor era lei. O formando tem agora, para além das suas valiosas experiências, o dever de ser opinativo e crítico. E dispondo de grandes bancos de informação livre, rápida e facilmente acessível deverá ser responsável pelo seu próprio destino. Estes novos poderes trazem novas responsabilidades.
Agora a sério. O formador nestes modos não faz nada. Se o formando deverá ser uma pessoa pró-activa e motivada, se a informação está ao seu dispor, se é ele o responsável pelo seu próprio processo de aprendizagem e é ele que tem todo o trabalho, o que faz o formador? Entretem?
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Os Animaizinhos!
Aqueles que ousam não respeitar o sistema o qual co-habitam, estão pura e simplesmente a não respeitar a sua condição humana como animal social e intelectual. Portanto, se aparentemente usam e abusam da capa do Poder, Autoritarismo absoluto e Ameaça como forma de esconder a incapacidade ou incompetência para compreender a sociedade moderna e seus actores, como poderão eles aventurar-se tão longe quanto salvar um cãozito vadio?
Muito antes de se preocuparem isoladamente num ou noutro bichano abandonado, preocupemo-nos com o crescimento e maturação da nossa concepção daquilo que somos face ao mundo e daquilo que queremos para o mundo (em larga e pequena escala). Tudo o resto virá naturalmente e não haverá cãezinhos abandonados para salvar.
domingo, 6 de dezembro de 2009
Diria para pensares um pouco
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Não sei
Colunas vermelhas circundam,
constroem o templo da espera.
É de ódio, não me vês?
Serpentes corcundas aguardam,
servem de estofos vivos.
São ferozes, mas não metem medo.
Blocos ásperos rompem o chão,
caem em flocos, cristais de betão.
Sou indiferente, só sinto por ti.
Não é mais de mim, não tenho mais a palavra.
É de ti, da tua ausência de perdão.
Eu sou indiferente, só choro por ti.
Se penso deixo de ser,
se sou deixo de pensar.
Se penso paro, se sou…
Deixar uma palavra percorrer,
sem verbos e adjectivos.
Sou um objecto, sem cor, sem fim.
Sou um obstáculo, sou um invólucro.
Triste, parvo, absurdo.
Não são os pinheiros, nem carvalhos,
não é a cultura, nem a educação, é
uma exasperação de viver, é sofrer,
ser.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
There is gosma there that does not sleep! (com comentarios à zé manel)
Não é que o cabrão lá foi?! Ah pois é, esse granda filho da puta azeiteirola!!
E nem bicicleta tinha... foi a pé que se fodeu!
Granda Gajo!! É cá dos meus!
PS: Adoro épicos de ficção... de alguma forma conseguem despertar o zé manel que há em mim, e isso é bom!
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Pelotão
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Pergunta: O que está mal?
Infelizmente as dificuldades financeiras, a família e o desejo por alguma miserável estabilidade na vida em "crise", obrigam mesmo até aqueles que habilmente e com personalidade insistem usar da sua rebeldia para resistir e instituir o seu voto a favor da condição humana.
Não se trata aqui do típico "ah, é difícil gerir muitas pessoas juntas". Trata-se sim do puro e duro Destruir para Conquistar.
A troco de quê?! uns miseráveis 700€ por mês?! Vale a pena o risco? Vale a pena chegar ao fim do dia e mergulhar entre lençóis de flanela com a consciência de que o legado de hoje foi atropelar até á morte a inocência de alguém?
Isto por vezes é um mundo cão para quem trabalha e dá o seu melhor acreditando numa causa maior.
Esta gente grita a cada oportunidade por um pouco de humanidade, boa fé e simpatia. Grita como todos gritam! Com baixas, com mau desempenho, com desmotivação e ausência de iniciativa. Grita e berra numa mudez tão explícita que... Só não vê, nem ouve, nem sente quem não quer ver, ouvir ou sentir.
É uma pena que por estas e por muitas outras aqueles que, em tempo de crise, fazem as suas acções subir mais de 35% sugando os seus recursos humanos até inexistêncial, tal qual fazia o Cell, o monstro verde do Dragon Ball.
Resposta:
Tudo aquilo que querem que esteja mal!
domingo, 15 de novembro de 2009
Lavoisier
Nada se cria, maioria se perde, poucos se transformam